Não. Infectologista também cuida de infecções do dia a dia que complicam (sinusite de repetição, pele, urinária), avaliação de antibióticos e prevenção por vacinas.
Exemplo: repetiu antibiótico 3 vezes no ano → vale revisar diagnóstico e prevenção.
Muitas ISTs podem ser silenciosas. Quando aparecem, podem ser sutis. Atenção a:
• Ferida genital (mesmo indolor)
• Corrimento/ardor ao urinar
• Sangramento fora do período
• Ínguas na virilha
• Dor pélvica ou dor na relação
Não. Pode ser vaginose ou candidíase, mas também pode ser IST (tricomoníase, clamídia, gonorreia). Evite “tratar no escuro”:
• O remédio errado pode mascarar e prolongar o problema
• Exame + testes direcionados dão tratamento certo e previnem recorrência
Sim, sífilis tem cura com tratamento correto. No início pode aparecer como ferida indolor e depois manchas no corpo (inclusive palmas/plantas).Mas nem sempre dá sintomas, por isso se testar regulermnete é uma estratégia de prevenção.
Ação prática:
• Suspeitou → teste e trate cedo pra evitar complicações e tranmissão.
• Parcerias também podem precisar avaliação para evitar reinfecção
PrEP é prevenção do HIV com comprimidos antes da exposição. Faz sentido para quem tem maior exposição (relações sem camisinha, IST recente, múltiplas parcerias, parceria com HIV sem supressão confirmada).
Como começar:
• Teste de HIV + avaliação clínica
• Função renal + triagem de IST/hepatites
• Escolher esquema (diário ou sob demanda, quando elegível)
PEP é prevenção de urgência após exposição ao HIV, com remédios por 28 dias. Deve começar o quanto antes e até 72 horas.
Exemplos que podem indicar:
• Relação sem camisinha com status desconhecido ou HIV sem supressão confirmada
• Violência sexual
• Acidente com material biológico
PEP geralmente não é indicada sem troca relevante de fluidos ou fora do prazo.
Exemplos comuns:
• Beijo/abraço sem sangue/feridas
• Camisinha íntegra do início ao fim
• Exposição há mais de 72 horas
Sim, o infectologista é um dos especialistas que diagnostica, indica e acompanha o tratamento da hepatite C. Ele ajuda a confirmar o estágio do fígado, escolher o esquema antiviral e organizar o seguimento.
Sim, o acompanhamento correto previne complicações graves como cirrose. Hepatite B exige avaliação do risco, exames seriados e decisão sobre tratamento/monitoramento.
Benefício: evitar complicações hepáticas com seguimento correto e metas claras.
Ajuda quando há dúvidas, comorbidades, viagens, imunossupressão ou calendário atrasado.
Exemplos:
• Quais vacinas preciso para trabalhar na saúde?
• Tenho doença autoimune: posso vacinar?
• Vou viajar para área de risco: febre amarela, dengue, meningite, hepatites, etc.
O ideal é 4 a 6 semanas antes. Mesmo em cima da hora, ainda dá para orientar repelente, diarreia do viajante, risco de malária (quando indicado) e vacinas possíveis. Leve: destino, datas, roteiro, comorbidades e medicações.